quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Love knocks you down.

Amor? Amar? O que seria isso, amor? "Pode significar afeição, compaixão, misericórida, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e alimentar as estimulações sensoriais e psicológicas necessárias para a sua manutenção e motivação." É isso que a Wikipedia nos diz, mas... Quem somos nós para definir o amor? É algo tão forte e... Inevitável. Mas e quando o amor se torna decepção? Tristeza? Depressão? Ou ainda sim... Ódio? Quem vai re-pôr os pedacinhos do seu coração que foram esmigalhados? Sua "alma-gêmea"? Mas, onde ela está? Será que até ela chegar, te encontrar, você ainda será capaz de realmente acreditar na palavra Amor? Um coração quebrado não é como um copo de vidro que você deixa cair no chão e se espatifar, pois ele, você pode simplesmente comprar outro. Porém, não existe uma loja "Vendem-se corações inteiros e nunca magoados". Ah se o amor fosse fácil como, por exemplo, comprar carros... Mas, no dia em que você encontrar sua alma-gêmea, talvez todos os conceitos de amor que você já criou em sua cabeça se esvaiam com a mesma rapidez com que se estabeleceram. Eu sei, que em algum lugar, existe aquela pessoa, a que será minha para sempre. Que, não importa como, sempre terá um espaço do tamanho do mundo – ou maior – só para mim. E quando eu encontrá-la, talvez tudo que eu escrevi nesse blog sobre decepção e corações partidos será algo que acharei graça, ou até ridículo. Do mesmo jeito que, antes de partirem meu coração, eu não pensava desse modo. Eu achava que o meu primeiro namorado seria eterno, que eu casaria e seria feliz para sempre. Mas, só quem pode me dizer isso é o destino e o tempo. Ah, o amor... Pode mudar um tanto de coisas, não é?

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